A Cia. Realúdica nasce de nariz vermelho e tinta sobre o rosto no bairro de São Miguel Pta. - periferia paulistana. Lá inicia suas pesquisas em 2001 por iniciativa de Alexandre Santo e Rodrigo Figueira. Após um ano de pesquisas práticas, montam o espetáculo “Din-Din”, que reúne um repertório de esquetes de palhaço coletados pela dupla a partir de encontros com Cida Almeida, Victor Seixas, Sérgio Khayr, Ramon Lemos, Gabriel Guimard, Silvia Leblon, Ciléia Biaggioli, entre outros.
Em 2002 ingressam na Escola Livre de Teatro/Santo André-SP (Núcleo de Formação do Ator-06), onde conhecem a atriz-palhaça Janne Cordeiro, com a qual agregam forças e aprofundam suas pesquisas. Durante estes três anos e meio de formação, o trio passou pelas hábeis mãos de diversos artistas com os quais estudou: A Biomecânica de Meyerhold (Rogério Toscano), Teatro na rua (Claudia Schapira e Roberta Estrela D’alva), Palhaço e circo (Marcelo Milan) Teoria e dramaturgia (Rogério Toscano , Kil Abreu e Luís Alberto de Abreu), Máscara neutra (Cuca Bolaffi), Nô -Teatro clássico japonês (Ângela Nagai).
Este período de lapidação técnica e teórica foi fundamental para que o grupo aprimorasse conceitos básicos em seu trabalho, pautando-se cada vez mais na versatilidade do ator num universo lúdico, subvertendo a realidade vigente. Optando pelo humor crítico e reflexivo, hora ácido, hora sutil; valendo-se de poucos recursos cênicos (cenário, figurinos e adereços) e apostando na criatividade e na vida que pulsa entre o ator-palhaço e o público, a Cia. Realúdica retoma suas atividades propondo um teatro vigoroso e flamejante que almeja provocar o público de modo que ele não volte para casa como chegou. Almejamos a alquimia das almas, começando pelas nossas e voltando para elas, após um bom mergulho na platéia-participante.
Em 2002 ingressam na Escola Livre de Teatro/Santo André-SP (Núcleo de Formação do Ator-06), onde conhecem a atriz-palhaça Janne Cordeiro, com a qual agregam forças e aprofundam suas pesquisas. Durante estes três anos e meio de formação, o trio passou pelas hábeis mãos de diversos artistas com os quais estudou: A Biomecânica de Meyerhold (Rogério Toscano), Teatro na rua (Claudia Schapira e Roberta Estrela D’alva), Palhaço e circo (Marcelo Milan) Teoria e dramaturgia (Rogério Toscano , Kil Abreu e Luís Alberto de Abreu), Máscara neutra (Cuca Bolaffi), Nô -Teatro clássico japonês (Ângela Nagai).
Este período de lapidação técnica e teórica foi fundamental para que o grupo aprimorasse conceitos básicos em seu trabalho, pautando-se cada vez mais na versatilidade do ator num universo lúdico, subvertendo a realidade vigente. Optando pelo humor crítico e reflexivo, hora ácido, hora sutil; valendo-se de poucos recursos cênicos (cenário, figurinos e adereços) e apostando na criatividade e na vida que pulsa entre o ator-palhaço e o público, a Cia. Realúdica retoma suas atividades propondo um teatro vigoroso e flamejante que almeja provocar o público de modo que ele não volte para casa como chegou. Almejamos a alquimia das almas, começando pelas nossas e voltando para elas, após um bom mergulho na platéia-participante.